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Provérbios e expressões idiomáticas

por Isabel Paulos, em 08.10.20

 

Fazer o bem sem olhar a quem.

É tudo nosso.

por Isabel Paulos, em 08.10.20

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Ao escrever sobre a questão do Tribunal de Contas a dificuldade é não dizer a direito o que os intervenientes merecem seja dito. Prova provada de que quem tem razão é a voz popular ao desistir de acreditar em quem quer que seja na política portuguesa.

Enquanto seguimos cuidadosos - no temor de ser injustos -, este governo vai dando testemunho de que a marca d’água dos socialistas - o amiguismo, o à vontadinha medíocre e a corrupção – prossegue impante. Já aqui havíamos dado o alarme – a propósito da não recondução de Joana Marques Vidal para a PGR e da nomeação de Lopes da Mota para adjunto no ministério da Justiça -, para que se estava a desenhar uma tendência, com o beneplácito do embusteiro mor da actualidade – há sempre um maestro do trambique.  E já tínhamos reparado, em Fevereiro último, na desfaçatez do Benjamim da alcateia – já ungido no Bilderberg - em matéria de TdC.

Uma olhadela rápida pelas últimas notícias sobre a não recondução de Vítor Caldeira para a presidência do TdC e do nome de José Tavares  e suas hábeis competências no redesenho das compensações adiccionais e extra-contratuais – e ilegais, diga-se en passant - no domínio das PPP a beneficiar as concessionárias deixam a nu tudo quanto é preciso perceber nesta matéria.

De resto, sobra a constatação da peneira rota na presidência da República que assiste a tudo impávido e sereno, não vá acabar o namoro com o governo que garante a reeleição por ampla votação. Admito que tenho que refrear a fúria sempre que oiço Marcelo Rebelo de Sousa dizer que é de saudar o regular funcionamento das instituições – nomeadamente dos Tribunais. Ainda não o disse esta semana, mas presumo que não faltará muito. E Rui Rio que segue as pisadas do PR na motivação. Todos tratam da sua vidinha e ninguém trata do Estado - sempre a arder, sempre a perder.

Pergunto-me de que adianta ver os ataques apoplécticos de José Gomes Ferreira na SIC – coberto de razão –, ou as fúrias de blogueres inconformados com a desfaçatez na vilanagem? Já todos vimos o filme antes – há 14, 22 ou 30 anos. Alguns de nós barafustamos e podemos continuar a fazê-lo sem que nada mude. O País segue igual a si próprio a eleger esta gentalha para nos governar. Ao rever as películas já só temos curiosidade num detalhe ou outro e, admito, numa diferença. À medida que o tempo passa e quando se julgaria que o escrutínio seria maior e por isso os comportamentos desviantes mais temerosos, notamos precisamente o contrário: o absoluto à vontade de quem se marimba na lei e na decência. Vale tudo, porque ser socialista em Portugal significa ter as costas quentes, logo, ser impune. E o lema: é tudo nosso.

Intervalo

por Isabel Paulos, em 07.10.20

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Café & Mar - a conjugação perfeita. 

Verde

por Isabel Paulos, em 07.10.20

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Estou a precisar disto.

(cansada e com sono; se arranjar tempo, mais tarde escreverei qualquer coisa de pouco estruturado sobre o despudor socialista.)

Nacionalismo

por Isabel Paulos, em 06.10.20

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Rua Freire de Andrade - Porto, 5 de Outubro 2020.

Jorge Palma - Estrela do mar

por Isabel Paulos, em 06.10.20

*

No dia 3 de Dezembro de 2016, assisti na Casa da Música ao concerto de comemoração dos 25 anos do álbum . Ao meu lado direito, dois lugares vazios. Creio que os únicos lugares vazios da sala Suggia.

Pedestal

por Isabel Paulos, em 05.10.20

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*

Quem está por bem

vem de peito aberto.

Jamais se arvora

escada da vida

para outro

escalar e provar

ser merecedor.

---

Boa semana.

 

Agenda

por Isabel Paulos, em 05.10.20

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Bem sei que fiquei, no passado dia 27 de Setembro, a meio da espanadela do mundo. A ver vamos se consigo, no próximo fim-de-semana, acabar a primeira ronda pelo planeta. Este foi dedicado ao relaxe.

The Shawshank Redemption

por Isabel Paulos, em 05.10.20

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Revi ontem The Shawshank Redemption. Excelente filme. Muitos apontamentos tocantes. Entre eles: a astúcia insubmissa, a impotência perante o óbvio, a música como fonte de liberdade, a corrente de esperança na amizade. A escolha pela vida e o mar como salvação.

Mar Adentro

por Isabel Paulos, em 04.10.20

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Belíssimo filme visto anteontem, o Mar Adentro. A proximidade das paisagens galegas, o realismo e a intimidade da fachada e do miolo daquela casa. Tão próxima e palpável como os elementos da família – a extraordinária figura da cunhada, que por si só merecia um retrato barroco - e os amigos. As suas inquietações e diferentes posições face à decisão de Ramón Sampedro. A inteligência luminosa – que não chega – e o humor deste homem que decide pela morte. A vida reduzida a um quarto e ao sonho impossível. A densidade do enredo em volta da mais difícil das escolhas. O destino no mar.

O Livro de Shang Yang

por Isabel Paulos, em 04.10.20

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República Checa

por Isabel Paulos, em 04.10.20

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Praga, Novembro de 2008.

Convicções inabaláveis

por Isabel Paulos, em 02.10.20

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E eis que chega o momento, neste fim de tarde de sexta-feira, em que me dizem: bom feriado. E todo um mundo novo de alegrias se abre. Além de subitamente me descobrir fervorosa republicana desde pequenina, realizo – e não quero saber de linguistas chatos que não nos deixam ‘realizar’ por se tratar de uma tradução recente e livre do inglês; ora, a minha avó estaria perto de fazer 104 anos e fartava-se de dizer ‘realizar’ -,  que segunda-feira é 5 de Outubro. Mas calma, no 1º de Dezembro serei a monárquica mais convicta de que há memória.

Head Up

por Isabel Paulos, em 02.10.20

Mas não pode ser

por Isabel Paulos, em 02.10.20

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... tive que tomar medidas enérgicas.

Tudo quanto queria

por Isabel Paulos, em 02.10.20

72876128ab30a5680f4b926886d7cb73.png... neste momento.

Em frente

por Isabel Paulos, em 01.10.20

Percorrer a mesma estrada segunda vez. Recordar o negrume. A solidão no risco, quando te encontravas desamparada, à mercê da mentira e do engodo, sem apoio de espécie alguma, salvo a centelha da lembrança no aconchego dos que te queriam bem. Estragos da confiança na humanidade - que julgaste irreparáveis -, são recuperados passo a passo, ao palmilhar o caminho segunda vez, mas com a consciência de não estares só. E de que ainda que estivesses, não estarias. O que te pareceu paranóia e mania da perseguição era tão só constatação da pilhéria e canalhice. O silêncio, a permanente incerteza e posteriormente o benefício da dúvida condenavam-te ao cárcere. A incapacidade de julgar e condenar em definitivo a pulhice como tal, permitiu que não fosses livre.

Van Halen - Respect The Wind

por Isabel Paulos, em 01.10.20

Candidatos presidenciais

por Isabel Paulos, em 01.10.20

Serão confissões ingénuas. É candura e é a direito, mas é para o lado que durmo melhor. A vista de olhos pelos candidatos presidenciais não é famosa. Votar em quem?

Seria patético votar no campeão dos afectos Marcelo Rebelo de Sousa, que tem caucionado o governo como se tivesse palas no olhos - as palas da caça ao índice de popularidade. Votar em Marcelo seria como votar na menina mais popular para delegada de turma. Confusão de competências.  Nem pensar.

Em Ana Gomes? Duas pechas graves: apesar de ser corajosa é do PS, o partido que mais tem contribuído para a nossa mediocridade, e não foi capaz de dizer não a quem jamais deveria estar na sua lista. Mau princípio. Nem pensar.

Marisa Matias. É do partido, com representação parlamentar, mais inconsequente do País (com a concorrência do PAN nos últimos anos). A candidata reflecte-o em tudo. Nem pensar.

Em João Ferreira, do PC? O partido do sindicalismo obtuso e que ainda não foi capaz de reconhecer os erros do comunismo do passado (muito menos os do presente)? O partido dos tachos na função pública? Podia parecer uma carta fora do baralho não fossem as outras opções agremiações de interesses ou conveniências.

Não me importo nada de parecer a básica que escolhe os candidatos pela beleza. É tal e qual. Não quero saber. Palavras de ordem como trabalho, direitos das mulheres e luta contra a pobreza são das poucas que ainda me fazem sentido.

(A omissão do outro candidato aqui, essa não é inocente. Quanto menos publicidade tiver melhor, como já devíamos ter aprendido com a lição Trump. Mas não, a comunicação social e os humoristas continuam a dar-lhe imenso palco para que possa aumentar a popularidade. Depois admirem-se.) 

 

Coelhinhas ao domicílio, sff

por Isabel Paulos, em 01.10.20

Ando sempre um pouco desfasada dos termos in, não sei se ainda se usa crowdfunding. Mas proponho que se faça uma vaquinha para comprar a assinatura anual da Playboy para este senhor, que nitidamente tem problemas pendentes da adolescência por resolver. Ou, então, um historial de más experiências por ultrapassar. Se não for suficiente um ano de Playboy, envie-se um par de coelhinhas submissas ao domicílio. O menino deve apreciar.

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