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Dia 3

por Isabel Paulos, em 16.11.20

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A ler

por Isabel Paulos, em 15.11.20

 

Em modo de leitura. É coisa para se estender por umas horas. Com direito a intervalos para descanso, pelas muitas portas de reflexão que abre. De Montesquieu a Scruton: 25 livros fundamentais para a direita e De Marx a Rosa Luxemburg: 25 livros fundamentais para a esquerda, no Observador. Por momentos como este já valeu a pena tê-lo subscrito há uns meses, apesar dos pesares. 

 

Longa-metragem

por Isabel Paulos, em 15.11.20

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A vida é feita de contradições. Não me imaginaria passar três horas a ver um filme de Mel Gibson, figura com quem antipatizo bastante. Mas fui convencida e lá passei uma madrugada a assistir a esta americanada sobre a vida de William Wallace. Valeu pela paisagem e pelas grandes cenas de preparação dos campos de batalha, que sempre impressionam, sobretudo quem como eu se nega a ver a sequência, ou seja, a batalha propriamente dita. Vale também a pena para quem pouco estudou a história de Inglaterra e da Escócia. Pode servir de aperitivo para a busca de informação mais criteriosa. E quem sabe despertar o interesse por melhores leituras.

Apesar deste tipo de filmes ou séries com base histórica, que envolvem campos de batalha e intriga palaciana, me deixarem sempre com a sensação de quem viu um viu todos, gostei de assistir ao Braveheart integralmente depois de todos estes anos em que tinha visto apenas pedaços dispersos. O maior senão é mesmo não conseguir dar crédito a Mel Gilbson, Imagino-o mais sentado à mesa do McDonald’s a dizer umas piadolas, do que a comandar os escoceses na luta pela soberania. 

*

Adenda. Obrigada a quem me chamou a atenção para a banda sonora do filme, de James Horner. Mais informação aqui.

Dia 2

por Isabel Paulos, em 15.11.20

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Que tal?

por Isabel Paulos, em 14.11.20

Resolvi colocar a fotografia do mar em Vieria de Leiria no cimo e já que estava com a mão na massa, acabei por mudar o aspecto da casa. As comezinhas ficaram com um ar aceitável? Hum, parecem publicidade à abertura da época balnear ou das piscinas municipais? Aceitam-se críticas na caixa de mensagens ali na coluna da direita. Recordo que as mensagens não exigem registo e são anónimas, a menos que assinadas no corpo do texto (e mais uma vez, não é indirecta, apenas a explicação de como funciona).

Dia 1

por Isabel Paulos, em 14.11.20

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O Mercador de Veneza - Monólogo de Shylock

por Isabel Paulos, em 14.11.20

Na Wikipédia aqui e aqui.

Sábado

por Isabel Paulos, em 14.11.20

Antes das 13:00h - ida ao supermercado para abastecer a casa de mantimentos para o fim-semana. Fila à chuva de 5 minutos. Loja medianamente preenchida. Sem fila na caixa. Menina de sorriso radiante com a ideia de ir para casa mais cedo.

Depois das 13:00h – ida ao ecoponto. Chuva sem gabardina ou anoraque. Rua deserta.  A vista da esquina para a rua principal permite vislumbrar meia-dúzia de gatos-pingados resistentes, seja de carro, seja a pé.

Após as 14:00h - almoço. E intenção de voltar a pegar no espanador.espanador.jpgA ver se é desta.

Baralhar o Calendário

por Isabel Paulos, em 13.11.20

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Chiu. Não contem a ninguém mas hoje nesta casa foi semi-Sábado. De modo que posso actualizar a informação sobre o Quanta. Ao que parece, à medida que vamos para um plano mais minúsculo, as verdades que fomos aprendendo sobre a existência e mensurabilidade do tempo e do espaço deixam de fazer sentido. Neste momento, estamos no ponto em que o tempo e o espaço não existem, senão em relação. O que existe é apenas a interdependência.

Peço mais uma vez que não liguem muito. Não valorizem. Sou uma fala-barato e estas tiradas ou conclusões são precipitadas – admoestam-me os que tentam perceber estas coisas com um mínimo de seriedade.

Boa sexta-feira.

por Isabel Paulos, em 13.11.20

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A ler

por Isabel Paulos, em 12.11.20

 

“Foi poucochinho”, diz líder da CIP sobre apoio às empresas no OE202, e Conselho das Finanças Públicas teme aumento “massivo do desemprego”, no O Jornal Económico.

 

PAVAROTTI - Nessun Dorma e Torna a Surriento

por Isabel Paulos, em 12.11.20

Uma maravilha. Bom dia.

11 de Novembro de 2021

por Isabel Paulos, em 11.11.20

O que há em mim é sobretudo cansaço

 

O que há em mim é sobretudo cansaço —

Não disto nem daquilo,

Nem sequer de tudo ou de nada:

Cansaço assim mesmo, ele mesmo,

Cansaço.

 

A subtileza das sensações inúteis,

As paixões violentas por coisa nenhuma,

Os amores intensos por o suposto em alguém,

Essas coisas todas —

Essas e o que falta nelas eternamente —;

Tudo isso faz um cansaço,

Este cansaço,

Cansaço.

 

Há sem dúvida quem ame o infinito,

Há sem dúvida quem deseje o impossível,

Há sem dúvida quem não queira nada —

Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:

Porque eu amo infinitamente o finito,

Porque eu desejo impossivelmente o possível,

Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,

Ou até se não puder ser...

 

E o resultado?

Para eles a vida vivida ou sonhada,

Para eles o sonho sonhado ou vivido,

Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...

Para mim só um grande, um profundo,

E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,

Um supremíssimo cansaço,

Íssimo, íssimo, íssimo,

Cansaço...

 

Álvaro de Campos

*

Por mim, e sob o aspecto das discussões estéreis, adiantaríamos o calendário um ano, para nos pouparmos todos à infantilidade.

À atenção dos desesperados

por Isabel Paulos, em 11.11.20

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Obrigada

por Isabel Paulos, em 11.11.20

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Obrigada, Kanes. Muito obrigada, mesmo. E uma vênia: é bom ver gente que tem mudado a face do País com bondade, empenho e desinteresse. Não percam: Manifesto do Movimento 7.9.1.a) ao Manifesto Coiso..., por Robinson Kanes.

*

É assim mesmo. Às vezes tem que ser a doer. É preciso expôr as luminárias o bafio, para que se perceba a razão do País estar no estado que está. Fartinha de gente que está convencida de ter que educar o povo estúpido, esquecendo-se de se educar a si própria e à sua sobranceria. E, já agora, esquecendo-se de dosear a ambição pessoal: o móbil único de muitos.

Simplismos

por Isabel Paulos, em 11.11.20

Tentando resumir o que penso sobre a questão do Chega: a melhor forma de salvaguardar e reformar a democracia  - quando a reforma se impõe para que sobreviva - é trazer a ela as reivindicações legítimas dos extremos, normalizando a situação. É assim mesmo que se esvazia os partidos que representam esse espectro de queixa – sejam de esquerda ou de direita -, dos radicalismos que comportam. Claro que a estridência evangelizadora dominante na comunicação social e redes sociais não percebe isto e continua a demonizar quem vem das alas mais à direita, insuflando-as. Como se algumas das suas queixas não fossem atendíveis. Como se não houvesse direito a existir além do extremismo de esquerda, muito bem recebido no pensamento político corrente.

Não desconheço os perigos da condescendência com o populismo e o fascismo e as lições da história. Sei bem que houve um tempo em que as próprias vítimas – como muitos judeus -, se entregaram crédulas aos carrascos. Mas do que se vê actualmente – como então, aliás -, percebo que há dois carrascos e, infelizmente, as televisões e os jornais só vêem e denunciam um deles. A forma mais imbecil de fazer deflagrar uma guerra é tomar partido cego por um dos lados, tomando-o como puro.

Outra das vantagens da normalização das alas mais à esquerda e à direita é a retirada de peso relativo ao centro, essa massa mole e esclerosada de pensamento político, causadora de muitos dos danos que hoje originam legítimas reivindicações - dos ressentidos mais à esquerda e à direita. Essa massa velha e degenerada perdeu a memória - tão embrenhada está nos jogos de interesse, burocracias e pequenas e grandes corrupções -, da função mais nobre da política: a busca pelo bem comum.  

Entretanto sobre este assunto, já havia dito qualquer coisa aqui e aqui.

A Remark You Made · Weather Report

por Isabel Paulos, em 11.11.20

Eternos planos

por Isabel Paulos, em 10.11.20

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Há dias em que acordo a matutar: não há paciência para as modas da cozinha saudável, doses milimétricas de frutos secos, perdão, proteína, e exercício físico regular, mas isto assim também não pode continuar. Lá venho eu com a ladainha habitual, já nem a mim me aturo. Agora, ao saber que a cirurgia na melhor das hipóteses vai ser no início de 2022, a coisa volta a ser premente. O à vontadinha tem que acabar sob pena de não chegar aos 82 anos, nem ter o prazer de voltar a fumar um cigarrinho - o grande objectivo de vida. Nos últimos dois anos acabei com vários maus vícios como o chocolate diário e batata frita e snacks. Mas não tenho o menor cuidado com os hidratos de carbono nem com os queijos e lacticínios em geral. As grandes pechas da minha alimentação. 
 
Talvez voltar a cozinhar sempre. Fazê-lo diariamente, prescindindo da ubereats e do take away. Seria um bom princípio. Mas dá trabalho e rouba-me tempo para outros passatempos que me dão mais gozo. Hum. Talvez se voltasse a fazer um plano semanal de ementas a coisa resultasse. E se pegasse num dos planos das empenhadas nutricionistas que conheci. E assim deambulo nos projectos sem os concretizar. Bom, mas se pensar bem, já tive outras conquistas. Conseguimentos, como dizia a outra. Na batalha entre a obstinação e a inconsequência às vezes lá ganha a teimosia (a tentar convencer-me que é possível mudar de rumo). Bem, jantar. Vou investir nos jantares e relaxar nas sopas compradas para o almoço. Talvez não seja má opção. 

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A ler

por Isabel Paulos, em 09.11.20

 

General Sir Nick Carter, na Sky News.

 

Richard Galliano & Tangaria Quartet - Laurita

por Isabel Paulos, em 09.11.20






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