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Ronda da manhã

por Isabel Paulos, em 03.06.20

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O senhor presidente baralha-me. As comemorações do 25 de Abril e do 1º de Maio deveriam ter sido de outra forma? Sim. A Assembleia da República esteve bem? Sim. Dou o nó com estas afirmações contraditórias. Tudo é ilusão. O que vale é que assento os olhos neste artigo e começo a cair mais na realidade. Ele há vidas e vidas e algumas são mais ricas e ferazes do que outras. E, por falar noutras vidas mais previsíveis, cá temos as habituais artimanhas no que aos tribunais diz respeito. Naturalmente o juiz em causa é um justiceiro, como todos os que levam as acusações por diante, não as desfalcando de todo o material de prova que possa vir a conduzir a uma pronúncia. E ao desplante dessa gente inoportuna que faz perguntas incómodas há que responder com o silêncio, pois claro. Mais óbvio e calculável não poderia haver. Ainda por cima logo hoje que valores mais altos se levantam: recomeça o campeonato e já é conhecida a lista dos cinco candidatos ao Nobel da Literatura.

Grandes questões

por Isabel Paulos, em 28.04.20

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Na semana passada cancelei a assinatura digital do Correio da Manhã. A partir do início de Maio entra a Calamidade (imagino sempre um precipício quando leio a palavra) e deixo de ter acesso. Na verdade até ao fim de Maio ainda tenho acesso a todos por outras vias, mas façamos de conta que não. Já não me lembro bem quando subscrevi o CM. Julgo que foi após o Verão de 2016, mas não estou certa. Pronto, sei. Com esta revelação acabei de perder metade da mão-cheia de generosos frequentadores desta casa. Agora coloca-se outra questão: que jornal subscrever? Ando indecisa entre o Público e o Observador. No Público levam as coisas mais a sério e dão-se ao trabalho de pensar e tudo, mas são uns chatos, cada vez mais chatos e dogmáticos. No Observador há um punhado de gente com graça e uma profusão de engraçadinhos esforçados sem um pingo de piada, e uma ou outra avis rara culta e educada, mas o certo é que está cheio de questiúnculas, infantilismo e ressabiamento.

Enfim, quero aprender qualquer coisa e fico como o tolo em cima da ponte: ou aturo o tédio do Público ou a mesquinhez do Observador. E estamos nisto. Nesta encruzilhada, só para escolher os três ou quatro artigos ou crónicas que leio por dia. Uma canseira. Ele há vidas difíceis.

PressReader

por Isabel Paulos, em 06.04.20

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Por mais que os jornais do mundo inteiro nos pareçam estragados, como a agulha encravada na mesma faixa do vinil, vale a pena isto que referi há dias sem explicar. Se baixarem a app nos vossos smartphones, têm acesso gratuito às publicações listadas até ao final de Maio.





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